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Grupo de estudo do Studio de Psicanálise

Grupo de Estudos [Enquanto o futuro não vem] Cartaz1

Leitura e discussão do livro Enquanto o futuro não vem, de Julieta Jerusalinsky.

Julieta Jerusalinsky é psicanalista, especialista em Estimulação Precoce, membro do Centro Lydia Coriat e da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. É professora de pós-graduação nos cursos de especialização em Estimulação Precoce e em Problemas do Desenvolvimento Infantil desenvolvidos pelo Centro Lydia Coriat de Porto Alegre em parceria com diferentes faculdades do Brasil. É professora de pós-graduação no curso de Teoria Psicanalítica da Cogeae PUC-SP. Suas pesquisas, vinculadas ao Laboratório de Psicopatologia Fundamental da Universidade, têm ênfase na intervenção com a primeira infância, a maternidade e os primórdios da constituição psíquica. É autora dos livros Enquanto o futuro não vem: a psicanálise na clínica interdisciplinar com bebês (Ágalma, 2002) e A criação da criança – Brincar, gozo e fala entre a mãe e o bebê (Ágalma, 2011).

Encontros mensais, aos sábados.

Próximo encontro: 23/09/17, das 10h às 12h.

Valor: R$10,00 por encontro.

Local: Auditório do Harmony 2
Rua Dr. José Afonso de Melo, 118 –
Jatiúca – Maceió-AL.

Palestra: Infância Vulnerável

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Data: 20/10/16 às 19h30

Local: Auditório do Harmony Trade Center – Jatiúca – Maceió-AL

Público-alvo: interessados no tema

Palestrante: Alfredo Jerusalinsky

Estamos acostumados a considerar o risco evolutivo na infância sempre associado aos transtornos neurológicos, genéticos, metabólicos ou tóxicos. Nos últimos 50 anos tem tomado nossas preocupações também os riscos de ordem psicológico e psíquico: problemas de aprendizagem, transtornos emocionais, psicoses e autismos (colocamos esses últimos a parte por tratar-se de condições psicopatológicas de causas variáveis e complexas ainda objeto de pesquisa). Mas, de forma extraordinariamente recente tem se produzido transformações nos laços sociais que vieram a deteriorar severamente as representações simbólicas reguladoras dos intercâmbios e relações entre pessoas e nações. Migrações forçadas e multiplicação dos refugiados (65 milhões em 2015, entre os quais 13 milhões de crianças, segundo a ONU), invasões tecnológicas em culturas primárias, enfraquecimento dos laços de parentesco e encolhimento da extensão da família, aumento vertiginoso dos lares mono-parentais, encolhimento dos espaços seguros para as crianças, expansão dos tempos de ocupação dos pais, no seu conjunto tem provocado um intenso deterioro dos cuidados primários e, consequentemente, das condições de transmissão cultural imprescindível à formação de um sujeito. A infância, de tal modo capturada nessa teia real, fica em condições de vulnerabilidade no que tange a sua estruturação psíquica muito além do território demarcado pelas afecções orgânicas ou as classicamente consideradas na avaliação dos riscos para o desenvolvimento. A Psicanálise precisa oferecer o que sua experiência clínica tem lhe ensinado no que se refere às interseções patogênicas entre o individual e o coletivo para, junto à antropologia, à demografia, à sociologia, a pedagogia e a medicina, estabelecer conceitos e ações orientadoras de uma intervenção pública nesse viés de alto risco para a saúde infantil.

Sobre o Conferencista

Dr. Alfredo Nestor Jerusalinsky – Psicólogo. Psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pela PUC/SP. Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Membro da Associação Freudiana Internacional. Membro da Direção do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre/RS e Buenos Aires/ARG. Professor do Centro de Estudos Paulo Cesar D’Avila Brandão. Presidente da Fundação para o Estudo dos Problemas da Infância. Professor de Pós-graduação da Unisinos e USP.

Comissão Organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)

Inscrições: mediante depósito e envio do comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com . Confirmação da inscrição será por email, em até três dias úteis após o envio do comprovante. No local, se houver vagas.

Dados para depósito:

Banco do Brasil
Ag. 3186-0
Conta Poupança 30.027-6
Variação 51
Nome Merylaura Porto da Silva

A importância do desenho infantil para os educadores e a sua função para as crianças

Silvia Molina 2016 [Cartaz]

Data: 23/05/16.

Local: Auditório do Harmony Trade Center – Jatiúca – Maceió-AL.

Carga horária: 3 horas.

Público-alvo: interessados no tema.

Palestrante: Silvia Eugenia Molina.

O trabalho psíquico da pequena criança será o de gestar uma posição subjetiva desde a qual possa se expressar. Esta posição precisa ser constituída no laço parental, familiar e com os outros adultos cuidadores. E será, justamente, a substituição destes cuidadores no cuidado de si que facilitarão a constituição da palavra no corpo, desde que podemos dizer, metaforicamente, que o primeiro dicionário é escrito no corpo. Deste processo emerge a produção imaginária da infância, sendo o desenho uma expressão dela.

Sobre a palestrante:  Psicóloga; Psicanalista; Especialista em Psicologia e Clínica; Professora do Centro de Estudos Paulo Cesar D’Avila Brandão, do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre; Membro da equipe de direção do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre; Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA).

Referências sugeridas: 

 – MOLINA, Silvia Eugenia. De onde surge o brincar e o desenhar? In: Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre – O Infantil na Psicanálise. Porto Alegre: APPOA, 1990, pg. 43.

​- MOLINA, Silvia Eugenia. A pequena criança da Psicopedagogia Inicial. In: Escritos da Criança Nº 5. Porto Alegre: Centro Lydia Coriat, 1998.

- MOLINA, Silvia Eugenia. Estruturar para não marginalizar. In: RODRIGUES, Fátima; GURSKI, Roselene (Orgs.). Educação e Função Paterna. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.

Comissão organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)

Inscrições: mediante depósito e envio do comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com . Confirmação da inscrição será por email, em até três dias úteis após o envio do comprovante. No local, se houver vagas.

Dados para depósito:

Banco do Brasil
Ag. 3186-0
Conta Poupança 30.027-6
Variação 51
Nome Merylaura Porto da Silva

 

 

 

Seminário “Psicanálise, clínica e cultura: a psicanálise diante da desconstrução no cotidiano IV”

Seminário 2016 [Cartaz]

Data: 02/04/2016 às 10h.

Local: Auditório do Harmony 2 (Trade Center). Rua Dr. José Afonso de Melo, 118 – Jatiúca – Maceió-AL.

Palestrante: Prof. Dr. Charles Elias Lang

O século XX experimentou uma desconstrução sem precedentes dos valores e das figuras tradicionais de autoridade. O tipo ideal (Weber) deste processo é o maio de 68, saudado por muitos como o momento planetário em que se consolida a desconstrução do patriarcado. Tipo ideal lamentado por outros tantos como o golpe final nas utopias republicanas ou socialistas. Um consenso está construído deste então: órfã, nossa época foi entregue à globalização liberal e ao hiper-consumismo.

Neste seminário analisamos a ética da desconstrução, à luz das grandes visões morais da Filosofia Ocidental. Estas visões morais nos ajudam a pensar em que a Filosofia e a Psicanálise se aproximam e em que ambas se opõe ao “triunfo da religião” (Lacan).

O objetivo é o de desenvolvermos um instrumental que nos permita pensar o que tem sido e o que pode ser uma clínica face à lógica da inovação nas sociedades pós 68, em uma metodologia de trabalho que aproxima caso clínico e produções culturais contemporâneas.

Sobre o palestrante: Doutor em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP, 2002). Mestre em Filosofia Contemporânea pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, Porto Alegre, RS, 1996). Professor permanente no Programa de Mestrado em Psicologia da Universidade Federal de Alagoas (IP/UFAL, Maceió, AL). Pesquisador e Supervisor em Psicologia Clínica no Curso de Graduação em Psicologia da UFAL. Psicanalista membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA).

Inscrições: no local.

Entrevista concedida por Leda Bernardino

Em entrevista concedida ao Studio de Psicanálise, em fevereiro de 2016, Leda Bernardino fala sobre educação infantil e seus desafios na contemporaneidade.

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Psicanalista, analista membro da Associação Psicanalítica de Curitiba. Doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano pela USP. Pós-doutorado em Tratamento e Prevenção Psicológica pela Universidade de Paris 7. Pesquisadora FAPESP. Autora, entre outros, do livro “O que a psicanálise pode ensinar sobre a criança, sujeito em constituição” (Ed. Escuta).

Studio de Psicanálise:  Leda, em maio você estará em Maceió para conversar sobre as dificuldades em educar crianças e jovens nos dias de hoje. Entre as diversas dificuldades existentes, na sua opinião, quais são as que nos desafiam mais? E como podemos lidar com essas questões na busca de soluções e, até mesmo, trabalhar na perspectiva de prevenção destas dificuldades.

Leda Bernardino: Penso que todas as épocas trazem desafios importantes para os educadores – sejam pais ou professores. Na nossa época lidamos, além disso, com mudanças estruturais importantes na sociedade, principalmente com o desenvolvimento galopante das tecnologias. Como a educação se dá num campo simbólico –  pois cabe aos pais e aos professores introduzir as crianças e jovens na organização cultural em que vivemos – viver em um mundo que dá cada vez mais importância às imagens e aos objetos enfraquece o diálogo, a força das palavras, das regras e das leis essenciais à convivência em sociedade.  A prevenção e a atenção a estas dificuldades começam desde o cuidado com a primeira infância e com os jovens pais, para que possam dar importância ao que realmente é essencial à educação: a transmissão da cultura através das palavras e das experiências vividas.

Como a teoria psicanalítica pode nos auxiliar nesta tarefa de educar nossas crianças e jovens?

A psicanálise é uma teoria que valoriza as palavras e seu alcance na constituição da subjetividade. Através da teoria psicanalítica, construída há mais de cem anos por vários clínicos que pesquisaram a fundo o psiquismo, conhecemos quais são as operações psíquicas fundamentais para que uma criança possa se tornar falante em nome próprio, para que se torne na sequência um adulto autônomo e responsável por suas escolhas. Assim, temos muito o que contribuir no debate com pais e professore, a partir desta ideia de educação no sentido amplo com a qual trabalhamos, pois, segundo Lajonquière, “educar é transmitir marcas simbólicas”.

Seja em nossos consultórios, nas escolas, na sociedade em geral, nos deparamos com um adulto em crise de identidade, confuso com seu papel frente aos mais jovens. No que isso tem contribuído para o tipo de dificuldades que temos encontrado? E como podemos lidar melhor com isso?

A modernidade teve esta característica de romper com as tradições e desvalorizar o passado em prol de um futuro sempre mais promissor; a pós-modernidade acrescentou a isto a extrema valorização da tecnologia e da ciência. Nestas bases, é difícil para o adulto valorizar o que tem a dizer sobre si mesmo e sobre o mundo perante os mais jovens. Ao negar a diferença de gerações, a diferença de sexos e a necessária hierarquia no sistema familiar, a sociedade atual deixa os adultos sem consistência para transmitir o que para eles mesmos é difícil de construir: sua identidade simbólica. Falar sobre isto é essencial para encontrar as vias simbólicas do diálogo, fundamental nas relações humanas.

Com o aumento de casos diagnosticados como TEA (Transtorno do Espectro Autista), hiperatividade, e até mesmo depressão na infância e adolescência, qual é o papel da escola nesta nova realidade? Qual a importância dos diagnósticos diferenciais? E qual o melhor encaminhamento possível?

Além dos desafios próprios à tarefa de educar, já situada por Freud como “impossível”, as escolas hoje se veem diante de uma nova demanda: fazer diagnósticos e lidar com alunos através de categorias clínicas e não escolares. É um grande dilema poder manter, ainda assim, a missão educativa e humanizadora que é a grande função da escola, em detrimento de uma demanda de cientificidade e de tecnicismo. É importante debater esta demanda, questioná-la, para dar ao aluno o lugar de aluno e considerar a possibilidade de respeitar a singularidade de cada um no processo de aprender e de socializar.

Como a psicanálise percebe a questão da inclusão escolar da maneira que tem sido feita, e como pode auxiliar para uma inclusão de qualidade?

Para a psicanálise que trabalha com a noção mais ampla de educação – no sentido que abordei acima, de transmitir marcas simbólicas – a inclusão é essencial como parte do tratamento das crianças com graves questões físicas, sensoriais e psíquicas. Somente o fato de a criança receber o lugar de aluno, próprio a todas as crianças, já é fundamental na formação de sua identidade. Uma inclusão de qualidade é aquela que realmente dá lugar ao aluno na escola, considerando sua diferença, mas atribuindo-lhe a possibilidade de ser um aluno como os outros. Este processo é importante não somente para o aluno de inclusão, mas para todos os alunos e para a escola, pois é transformador das relações, incita a questionar as soluções rotineiras e fáceis.

Perspectivas psicanalíticas para o processo de inclusão escolar de crianças com graves entraves psíquicos

 

Leda Bernardino 2016 [Cartaz] (2)

CONFERÊNCIA: “É POSSÍVEL EDUCAR? COMO EDUCAR CRIANÇAS E JOVENS EM TEMPOS DIFÍCEIS?”

Data: 13/05/16

Local: Auditório do Colégio Santa Amélia. Alameda Dr. Claudenor de Albuquerque Sampaio, 769, Farol, Maceió-AL.

mapa santa amelia

Carga horária: 2 horas (com entrega de certificado, via email, em até 10 dias após o evento).

Os desafios do uso abusivo dos objetos eletrônicos, a exposição nas redes sociais, o excesso de telas e imagens e a falta de palavras organizadoras, o imperativo à felicidade, qual seria um bom lugar para pais e educadores.

Público-alvo: interessados no tema.

Investimento: R$ 20,00.

Inscrições: mediante depósito e envio do comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com. Confirmação da inscrição será por email, em até três dias úteis após o envio do comprovante. No local, se houver vagas.

CURSO: “PERSPECTIVAS PSICANALÍTICAS PARA O PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM GRAVES ENTRAVES PSÍQUICOS”

Data: 14/05/2016

Carga horária: 8 horas (com entrega de certificado, via email, em até 10 dias após o evento).

Questões diagnósticas atuais: os problemas científicos, clínicos e estatísticos do DSM V. A importância de diferenciar autismo e psicose no tratamento e na educação. Princípios psicanalíticos para uma educação inclusiva. A função da escrita na psicose. A função da Escrita no autismo. Exemplos clínicos e escolares.

Público-alvo: Psicólogos, Psicanalistas, Educadores, Fonoaudiólogos e áreas afins. Estudantes destas respectivas áreas.

Valores:

Estudante de graduação R$100,00
Profissional R$180,00

Sobre a conferencista

Leda Mariza Fischer Bernardino. Psicanalista, analista membro da Associação Psicanalítica de Curitiba. Doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano pela USP. Pós-doutorado em Tratamento e Prevenção Psicológica pela Universidade de Paris 7. Pesquisadora FAPESP. Autora, entre outros, do livro “O que a psicanálise pode ensinar sobre a criança, sujeito em constituição” (Ed. Escuta).

Comissão Organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)

Para fazer sua inscrição faça o depósito no valor correspondente à categoria (Estudante de graduação ou Profissional) e envie o comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com. Confirmação da inscrição será por email, em até três dias úteis após o envio do comprovante. No local, se houver vagas.

No caso de Estudante, enviar também o comprovante de matrícula.

Dados para depósito

Banco do Brasil
Ag. 3186-0
Conta Poupança 30.027-6
Variação 51
Nome Merylaura Porto da Silva

Palestra: Quem é a criança da Educação Infantil?

Zulema Yañez 2016 [Cartaz] (1)

Data: 17/03/2016 às 19h30

Local: Auditório do Harmony 2 (Trade Center). Rua Dr. José Afonso de Melo, 118 – Jatiúca – Maceió-AL.

Palestrante: Zulema Garcia Yañez

Os adultos na função educativa se interrogam como devem e podem educar as pequenas crianças. Os aportes teóricos, que visam estudos nos diversos campos do desenvolvimento infantil, contribuíram no entendimento e aprimoramento na construção dos conteúdos curriculares.

A educação infantil acolhe crianças cada vez menores, motivo pelo qual é necessário privilegiar e sustentar as estruturas que ainda estão em andamento, muito mais que insistir nas imposições pedagógicas.

A pergunta é, deste modo, o que deve ser priorizado na Educação Infantil?

Sobre a palestrante:

Zulema Garcia Yañez: Fonoaudióloga. Psicomotricista. Especialista em Educação Psicomotora. Membro da equipe clínica do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre. Coordenadora e docente do Centro de Estudos Paulo Cesar D’Avila Brandão.

Comissão Organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)

Inscrições: mediante depósito e envio do comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com . Confirmação da inscrição será por email, em até três dias úteis após o envio do comprovante. No local, se houver vagas.

Dados para depósito:

Banco do Brasil
Ag. 3186-0
Conta Poupança 30.027-6
Variação 51
Nome Merylaura Porto da Silva

Curso Jerusalinsky 2016 [Cartaz]

Processos fundamentais na Constituição do sujeito – Intervenções psicanalíticas

Curso Jerusalinsky 2016 [Cartaz]

Data: 27/02/16

Local: Espaço Cultural Linda Mascarenhas – IZP. Endereço: Av. Fernandes Lima nº 1047 – Farol – Maceió – AL

Carga horária: 8 horas (com entrega de certificado). O certificado será enviado por email até o dia 11/03/16.

Em seu texto sobre o estádio do espelho, Lacan nos propõe três momentos em cujo transcurso o eu se vê arrancado de sua condição inicial real (o real-ich freudiano) caracterizada pela prematuração e lançado a brincar de ficção em ficção. Neste ponto interessa à nossa reflexão relacionar os três tempos da função especular. Primeiro momento: júbilo pela identificação com a imago totalizadora oferecida pelo olhar do Outro Primordial; Segundo momento: fading do eu corporal e surgimento de um eu ficcional por identificação a esse outro que somente habita no olhar e na voz do Outro Primordial; Terceiro momento: a imago que o Outro Primordial sustenta não sou eu senão um duplo de mim, inauguração da duplicidade (divisão) definitiva do eu que ocorreu, por esse processo, sujeito de um discurso ao mesmo tempo em que a pulsão não lhe permite suprimir seu corpo (ainda que o esqueça e o reprima). Perceba-se, então, que desse terceiro momento resta uma questão: temos por um lado o mim – resto na linguagem do corpo recalcado – e, por outro lado esse duplo e mim que não sou eu; então, onde estou EU? Identificação então, neste terceiro momento, a um significante (Nome-do-Pai) que marca sua posição em relação ao discurso que o precede.  É o momento em que o pequeno infans sobe em um ‘barco andando’, e é precisamente aqui que surge um problema (que a clínica nos coloca) que nos leva a indagar sobre um quarto momento especular, ou seja, um momento de identificação não vetorizado pelo Nome-do-Pai  senão pela apropriação de um traço que represente ao eu em sua função de negativa ao desejo do outro. Poderíamos então propor um quarto momento do estádio do espelho onde se tramitaria a inversão da função identificatória do arte-fato especular. Essa inversão onde o sujeito está mais na escrita que em seu corpo, mas também em ato de distanciamento do Outro, tanto em sua função Primordial quanto em sua Função Paterna. Como um analista, ou um terapeuta capaz de sustentar a posição da transferência, poderia intervir nesses quatros momentos, quando eles se detêm seja por qual causa for?

Programa do Curso:

1) O Estádio do Espelho e sua função na formação do eu.

2) Formações fundamentais do Inconsciente: sexuação, filiação, identificações;

3) O nascimento dos três registros (Real, Simbólico, Imaginário) na infância.

4) As representações do sujeito no discurso: objeto, fantasia, imagem, significante.

Público-alvo: Psicólogos, Psicanalistas, Educadores, Fonoaudiólogos e áreas afins. Estudantes destas respectivas áreas.

Valores:

Estudante de graduação R$100,00
Profissional R$180,00


Sobre o Conferencista

Dr. Alfredo Nestor Jerusalinsky – Psicólogo. Psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pela PUC/SP. Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Membro da Associação Freudiana Internacional. Membro da Direção do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre/RS e Buenos Aires/ARG. Professor do Centro de Estudos Paulo Cesar D’Avila Brandão. Presidente da Fundação para o Estudo dos Problemas da Infância. Professor de Pós-graduação da Unisinos e USP.

Comissão Organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)

Para fazer sua inscrição faça o depósito no valor correspondente à categoria (Estudante de graduação ou Profissional) e envie o comprovante para o email studiodepsicanalise@gmail.com

No caso de Estudante, enviar também o comprovante de matrícula.

A inscrição também pode ser feita na loja STAMP Camisetas e Acessórios. Endereço: Av. Prof. Sandoval Arroxelas, 480, Ponta Verde, Galeria Ivone Mendes, Maceió/AL. Horário de funcionamento: Seg a sex: 9:30 às 19:30.  No local, se houver vagas.

Dados para depósito

Banco do Brasil
Ag. 3186-0
Conta Poupança 30.027-6
Variação 51
Nome Merylaura Porto da Silva

Sugestão de hotel:

Ritz Plazamar Hotel Maceió

Rua Carlos Tenório, 105, Ponta Verde. Telefone: (82) 2121-4700

No momento da reserva informar que se trata da parceria com o Studio de Psicanálise.

Single: R$125,00

Duplo: R$165,00

Triplo: R$240,00

[Cartaz 1] Conferência + Parceria

Conferência: Como é difícil ser mãe!

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

Data: 26/02/16 às 19h.

Local: Espaço Cultural Linda Mascarenhas – IZP. Endereço: Av. Fernandes Lima nº 1047 – Farol – Maceió – AL.

Carga horária: 2 horas (com entrega de certificado)

Jerusalinsky abordará a evidência da redução drástica das taxas de natalidade (estatísticas da OECD da ONU) e as razões dessa redução. Razões entre as quais cabe colocar as dificuldades de ser mãe atualmente pela multiplicação de obrigações que pesam sobre a mulher, a diversificação das opções de realização feminina que não passam necessariamente pela maternidade, o recuo da responsabilidade paterna, a debilidade atual dos laços familiares, as incertezas pelo futuro dos filhos.

Público-alvo: interessados no tema.

Sobre o Conferencista

Dr. Alfredo Nestor Jerusalinsky – Psicólogo. Psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pela PUC/SP. Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Membro da Associação Freudiana Internacional. Membro da Direção do Centro Lydia Coriat de Porto Alegre/RS e Buenos Aires/ARG. Professor do Centro de Estudos Paulo Cesar D’Avila Brandão. Presidente da Fundação para o Estudo dos Problemas da Infância. Professor de Pós-graduação da Unisinos e USP.

Comissão Organizadora:

Ana Sílvia Lang (CRP 15/2399)

Hélida Xavier (CRP 15/2973)

Luciana Carla Lopes de Andrade (CRP 15/3002)

Merylaura Porto da Silva (CRP 15/3045)

Raquel de Lima (CRP 15/3195)